Os poetas, como reza a fama, não se apaixonam.
Não porque não querem,
Mas sim porque toda vez que o fizeram
Saíram feridos.
sexta-feira, 20 de maio de 2011
domingo, 15 de maio de 2011
14
E nas profundenzas de meu eu, acreditei.
Acreditei em você. Acreditei em algo que achava que você não sentia nada.
Mas, iludido sobre minhas lágrimas
Descobri que você estava feliz.
E foi assim, que amando, percebi que a melhor coisa que tinha a fazer era deixar você sentir o que, no além, jamais sentira e mim.
terça-feira, 3 de maio de 2011
..
A pior das guerras não vem de fogo
não vem de terra
não vem de água.
A pior das guerras travam-se entre os poetas
Com as granadas de palavras
Armadas ao ataque
Dos ladrões de corações.
não vem de terra
não vem de água.
A pior das guerras travam-se entre os poetas
Com as granadas de palavras
Armadas ao ataque
Dos ladrões de corações.
Trovinha
Para aqueles que sabem amar
Digo que não expalhe-no.
Pois é assim, que, atiçando a curiosidade dos desolados
Faremo-os descobrirem a sensação de ser amado!
Digo que não expalhe-no.
Pois é assim, que, atiçando a curiosidade dos desolados
Faremo-os descobrirem a sensação de ser amado!
quarta-feira, 13 de abril de 2011
Demônio Branco
A planitude de meu eu
Mistura-se naquele sentimento que oculto
Que guardo,
Que prendo.
E assim, sob o (des)controle da alma
Surge aquele demônio branco
...................................................(com seus cantos de amor
...................................................................................de alegria
.........................................................................................de raiva
.............................................................................................de dor.
Pois, que se perda
Que se ache.
E que chore;
No cultivar de sua maldição.
Mistura-se naquele sentimento que oculto
Que guardo,
Que prendo.
E assim, sob o (des)controle da alma
Surge aquele demônio branco
...................................................(com seus cantos de amor
...................................................................................de alegria
.........................................................................................de raiva
.............................................................................................de dor.
Pois, que se perda
Que se ache.
E que chore;
No cultivar de sua maldição.
segunda-feira, 11 de abril de 2011
Pedido
E eu só lhe peço, evite minha raiva.
As coisas pequenas, tão simples, tão claras
Que negas, fazem de meu eu um sofrimento
Uma angustia
Uma desconfiança desnessária.
Eu só lhe peço
O que de pedir ainda não me cansei:
Deixei meu coração bater unicamente por amor.
As coisas pequenas, tão simples, tão claras
Que negas, fazem de meu eu um sofrimento
Uma angustia
Uma desconfiança desnessária.
Eu só lhe peço
O que de pedir ainda não me cansei:
Deixei meu coração bater unicamente por amor.
segunda-feira, 4 de abril de 2011
Aos que entedem
As palavras, ainda que poucas, têm lá seus efeitos.
Tem cá seus poderes, seus ocultismos inatingíveis.
Das quais, quando sentimentalizadas, expressam em cena
A paradoxal verdade sobre o amor.
*
E o que é o sentir de quem ama
Senão aquilo que se tem quando amado?
Sentindo o medear de seu coração
Salteando sobre meus sonhos
Daquele dia em que estaremos juntos para sempre.
*
Não, não quis falar sob a simplicidade da compreensão,
porque fiz-me intuitivamente complicado
Como quem buscasse um sentido
Um fato
Um problema.
E não me perdi.
Pois, outrora, fugindo daquela palavra
Que hoje me ensinaras a pronunciar tão bem, insisto em dizê-la eternamente:
Eu te amo.
Tem cá seus poderes, seus ocultismos inatingíveis.
Das quais, quando sentimentalizadas, expressam em cena
A paradoxal verdade sobre o amor.
*
E o que é o sentir de quem ama
Senão aquilo que se tem quando amado?
Sentindo o medear de seu coração
Salteando sobre meus sonhos
Daquele dia em que estaremos juntos para sempre.
*
Não, não quis falar sob a simplicidade da compreensão,
porque fiz-me intuitivamente complicado
Como quem buscasse um sentido
Um fato
Um problema.
E não me perdi.
Pois, outrora, fugindo daquela palavra
Que hoje me ensinaras a pronunciar tão bem, insisto em dizê-la eternamente:
Eu te amo.
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