E se acaso me perguntes se resta alguma esperança
Pois vos digo, ainda havia.
E. se no clarão de suas falsas razões enxergar-me como o errado
Vos digo que quem dá causa é o causador.
Que, de todo meu sorriso
Fostes tu meu desterro
E, que, de hoje
Se tua felicidade se encontra a milhas de meu eu
Que sejas feliz
E que, para mim
Basta.
domingo, 13 de março de 2011
sexta-feira, 11 de março de 2011
Aquilo que chamaram de monstro
E por tanto quanto disseram-no ser um monstro
Que, por tal a escolherem-no um sentimento
Moldando-o a uma decepeção
Que as flechas da desilusão atingiram (ainda que aos poucos
O surrar de seu coração.
E, imperceptivelmente, alimentaram a passos lentos
O desterro de um anjo que ainda poderia ter suas asas
.......................................................................................[novamente.
Que, por tal a escolherem-no um sentimento
Moldando-o a uma decepeção
Que as flechas da desilusão atingiram (ainda que aos poucos
O surrar de seu coração.
E, imperceptivelmente, alimentaram a passos lentos
O desterro de um anjo que ainda poderia ter suas asas
.......................................................................................[novamente.
quinta-feira, 10 de março de 2011
Seis
O porquê do impossível,
Em sua conformação institivamente intangível,
Fez de mim um instrumento.
Um releito, já sem nome
....................[sem sangue.
E como se de todo esforço
O todo ainda fosse em vão
Perdido em atitudes desreconhecidamente valoradas
E julgadas perante a unicidade dos olhos
Que não se pergutam o porquê.
.......................................[de seu(s) impossível(eis)
Em sua conformação institivamente intangível,
Fez de mim um instrumento.
Um releito, já sem nome
....................[sem sangue.
E como se de todo esforço
O todo ainda fosse em vão
Perdido em atitudes desreconhecidamente valoradas
E julgadas perante a unicidade dos olhos
Que não se pergutam o porquê.
.......................................[de seu(s) impossível(eis)
quarta-feira, 9 de março de 2011
.
Não me importei com a realidade que julgaram sê-la.
Não fui feito de certeza, nem tão pouco de pensamentos.
- fui feito de mim mesmo, numa dose um tanto insana
De desrealidade racional.
sexta-feira, 4 de março de 2011
(Des) Razões
E se o futuro estivesse tentando lhe dizer algo por você mesmo? Como se, por suas palavras, aquelas que ninguém ouvia, realmente não eram para serem ouvidas senão apenas por si mesmo.
E por que não abristes os teus olhos e preparastes para o tudo?
Por que taxou-se de louco? Ouça a ti mesmo, ouça a tuas palavras.
Lembra-te, qual foi a primeira coisa que falou sobre elas?
Acha tudo sem sentido. Mas por que não interpreta com mais delicadeza as fruezas do implícito, jovem lírico.
E, se num cair da insanidade, pense bastante naquilo que batizastes de "Confissão".
E por que não abristes os teus olhos e preparastes para o tudo?
Por que taxou-se de louco? Ouça a ti mesmo, ouça a tuas palavras.
Lembra-te, qual foi a primeira coisa que falou sobre elas?
Acha tudo sem sentido. Mas por que não interpreta com mais delicadeza as fruezas do implícito, jovem lírico.
E, se num cair da insanidade, pense bastante naquilo que batizastes de "Confissão".
No Eu.
O Eu é um ser um tanto quanto paradoxal
Numa mistura, imperceptivelmente, simples e complexa.
Um Eu é estável, é fixo.
Não obstante, é inconstante, é dinâmico.
É, pois, contra-cena de caos e ordem
Que, outrora, ama rosas
Noutra, cravos.
É perdido. É achado.
O Eu, enfim, só pode ser algo:
Uma busca.
Numa mistura, imperceptivelmente, simples e complexa.
Um Eu é estável, é fixo.
Não obstante, é inconstante, é dinâmico.
É, pois, contra-cena de caos e ordem
Que, outrora, ama rosas
Noutra, cravos.
É perdido. É achado.
O Eu, enfim, só pode ser algo:
Uma busca.
quinta-feira, 3 de março de 2011
...mática.
Não, não preciso de seus verbos.
Aprendi a cria-los:
Desaprendendo de você.
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