E se me perguntas o porquê de tudo,
Não lhe darei qualquer resposta.
Pois que o dito pelo não dito
Faz de minhas palavras a minha prece.
De um gritar pelos olhos
Um tanto em vão
Um tanto só.
Um tanto nada
Um tanto pó.
Mas, se ainda me perguntas
Por que não tenha a coragem?
Sei que me tens a resposta
Cujo medo de dizer
Mata-nos aos poucos.
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